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domingo, 21 de agosto de 2011

ATIVIDADE PRÁTICA PARA ESTUDANTES

FERAS EM MARATONA PARA O ENEM-2010!!!!
ESCOLA DE REFERÊNCIA EM ENSINO MÉDIO DE TIMBAÚBA - EREMT
ALUNO(A):_______________________3º ANO ()A()B()C()D()E()F
PROFESSOR: Manoel Joaquim da Silva

A REDAÇÃO NO AULÃO       Material do aluno


TEMA: Desenvolvimento e preservação ambiental: como conciliar os interesses em conflito?

1ª possibilidade de texto
           
     Os modelos de desenvolvimento adotados pelos países mais ricos e impostos aos países mais pobres, em um mundo de economia globalizada, precisam mudar, já que eles têm se mostrado incompatíveis com a necessidade de preservação ambiental.

      Tal afirmação, que à primeira vista talvez pareça excessivamente radical, pode ser comprovada com o fato de que os países do Hemisfério Norte, embora possuam apenas um quinto da população do planeta, detêm quatro quintos dos rendimentos mundiais, consumindo 70% da energia, 75% dos metais e 85% da produção de madeira.

      Além disso, outros fatores permitem constatar a gravidade do problema: ...

      No Brasil, os famosos versos românticos da Canção de exílio, de Gonçalves Dias ("Minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá"), com os quais historicamente nossa flora e nossa fauna foram cantadas em sua pujança
e beleza, evocam um passado que não existe mais. *Hoje o país se alinha entre os destruidores da natureza, tendo desmatado, em apenas 30 anos, numa área da floresta Amazônica que corresponde ao tamanho da França.

      Diante de dados como esses, nacionais, não basta denunciar a grave questão de incompatibilidade entre desenvolvimento e preservação ambiental que nossa civilização vem sofrendo. É preciso sobretudo, pensar em alternativas concretas e viáveis que, embora não possam solucioná-la prontamente, dada a sua complexidade, ao menos permitam vislumbrar possíveis caminho para sua superação.

      Nesse sentido, os ambientalistas vêm apresentando uma série de propostas capazes de diminuir consideravelmente a degradação ambiental do planeta. A substituição dos combustíveis de fontes não-renováveis e poluentes, como o petróleo e o carvão, pelo uso de fontes de energia alternativas como a eólica, a solar, o uso de novos materiais na construção civil, a utilização de pesticidas e fertilizantes naturais na agropecuária são exemplos de muitas ações prioritárias para o desenvolvimento sustentável do planeta.


2ª possibilidade de texto

     Nos dias atuais, o conflito entre desenvolvimento e preservação ambiental constitui um dos principais problemas do mundo em que vivemos, embora não haja necessariamente incompatibilidade entre essas ideias.

     Se, por um lado, o presidente norte-americano George Busch é capaz de afirmar que seu país, o maior poluidor do mundo está disposto a poluir mais para evitar uma recessão em sua economia, por outro lado, líderes mais sábios, como o Mahatma Gandhi e o chefe Seattle, da tribo Suquamish, sempre defenderam o contrário.

     Gandhi sustentava que a Índia pós-independência não deveria imitar o estilo de vida britânico, que para alcançar sua prosperidade usou metade dos recursos do planeta. Um país grande e populoso como o seu exigiria a destruição de muitos planetas inteiros, a fim de alcançar o mesmo patamar de desenvolvimento da Grã-Bretanha.

      O chefe Seattle, por sua vez, queria fazer ver ao homem branco que a natureza ao homem e que este é apenas um dos seus elementos. O que o homem fizer em prejuízo da natureza, se voltará contra ele.
  

   Tais reflexões mostram que a incompatibilidade entre o desenvolvimento e a preservação ambiental só existe quando se adotam certos modelos de desenvolvimento. Os países mais ricos valorizam sobretudo o consumo, a obtenção de lucro e o crescimento econômico a qualquer custo. Assim, acabam esgotando seus recursos naturais e passam a explorá-los em outros pontos do planeta ainda preservados.

       Por quais motivos ocorre tal conflito de interesses? O que é possível fazer, para superá-los?

       Por fim, pode-se afirmar que desenvolvimento e preservação ambiental constituem duas necessidades da sociedade humana, igualmente cruciais para a sobrevivência da espécie. É preciso, portanto, compatibilizá-las, utilizando conhecimentos e experiências de sociedades menos comprometidas com a hegemonia econômica do planeta e, talvez por isso, mais conscientes do problema e de soluções que possam amenizá-lo.





Observe agora a redação de um aluno (Enem 2002)  Leia os textos de apoio.

TEMA: O direito de votar: como fazer dessa conquista um meio para promover as transformações sociais de que o Brasil necessita?
          Desde os primórdios das civilizações humanas, a necessidade de postulação de leis de convivência social tem sido crucial para a coexistência (e sobrevivência) dos diferentes grupos étnicos. A política, então, foi  inventada   com a proposta de se atribuir o direito de expressão a cada membro da sociedade representada por um governante, elegido pelo grupo, responsável pela organização das diferentes posições apresentadas pelos membros sociais e pela estruturação e cumprimento das leis consensuais. Surge, então, o conceito de democracia, cuja função está em atribuir ao povo o controle do poder assumido pelo governante. Em outras palavras, a democracia provê ao cidadão a ação contra a onipotência e abuso de poder, lembrando ao governante de seu papel como representante popular. O direito do voto é uma forma de democracia de extrema importância, porque permite ao cidadão escolher seu representante e escolher o governante é escolher o tom de voz que ditará suas faltas e necessidades; é escolher a imagem nacional que será pintada às demais nações do globo; é escolher o júri que apoiará a justiça.
           Para tanto, o direito do voto deve ser usado de forma séria e consciente das transformações sociais a que tem efeito. O voto possui importância social, política e define a noção de humanidade que habita em cada membro social. O voto é um brado à justiça.
Aluno deve conhecer competências do Enem para fazer boa prova 

1. Demonstrar domínio da norma culta da língua escrita
Aspecto considerado: Adequação ao registro lingüístico exigido pela situação formal de produção escrita, a utilização da norma culta. 
O que evitar: Gírias (palavras e/ou expressões da linguagem oral), imprecisão vocabular, redundâncias (repetições desnecessárias de palavras), ambiguidade (expressões com duplo sentido), clichês (chavões, frases feitas, lugares-comuns); palavras difíceis (colocadas para enfeitar o texto).
O que fazer: Utilizar a linguagem formal com economia e objetividade, explicitar pressupostos e subentendidos; generalizar sujeito e interlocutores, atentar para os recursos coesivos e de articulação entre as partes do texto.

2. Compreender a proposta de redação e aplicar conceitos das várias áreas de conhecimento para desenvolver o tema, dentro dos limites estruturais do texto dissertativo-argumentativo
Aspecto considerado: Coerência em relação ao tema e ao tipo de texto proposto. 
O que evitar: Extrapolação dos limites do tema (anuncia-se o tema, mas o enunciador não se posiciona); posicionamento referente a uma ideia secundária e não ao tema central; ausência de um planejamento preciso das ideias  a serem exploradas.
O que fazer: Delimitar o ponto de vista, a tese que será defendida no contexto do assunto em discussão.

3. Selecionar, relacionar, organizar e interpretar informações, fatos, opiniões e argumentos em defesa de um ponto de vista
Aspecto considerado: Leitura e utilização dos textos de apoio no desenvolvimento do tema proposto. 
O que evitar: Introdução sem contextualização (as ideias brotam do nada), ou com falsa contextualização (num contexto diferente do proposto pelo tema); desenvolvimento em um único argumento (atribui-se mais importância a um exemplo ou a uma informação do que propriamente à análise de tema proposto); falta ou desperdício de dados; desarticulação dos argumentos; extensas enumerações de constatações óbvias (discurso vazio e prolixo); generalizações sem provas concretas; particularizações sem provas concretas; particularidades indevidas; conclusão com ideias novas que fogem ao tema ou com receitas finais "róseos".
O que fazer: Promover a articulação entre as partes do discurso (introdução, desenvolvimento  e conclusão), bem como entre o ponto de vista e a argumentação; expor argumentação com consistência lógica

4. Demonstrar conhecimento dos mecanismos lingüísticos necessários para a construção da argumentação
Aspecto considerado: Utilização de recursos coesivos da modalidade escrita, objetivando a adequada articulação dos argumentos. 
O que evitar: Cópia dos textos de apoio apresentados; utilização de fragmentos desarticulados com o ponto de vista e com os argumentos de defesa; redução, contradição e extrapolação.
O que fazer: Interpretar, escolher, relacionar e organizar os textos a serem utilizados; articular argumentos próprios e alheios da maneira mais clara possível.

5. Elaborar proposta de solução para o problema abordado, mostrando respeito aos valores humanos e considerando a diversidade sociocultural
Aspecto considerado: Qualidade, adequação, objetividade e pertinência das propostas de solução apontadas no texto para a questão proposta no tema.
Elaboração do texto: Pensar nos elementos estruturais e lingüísticos de maior importância para a dissertação argumentativa: adequação, coerência e coesão + boa leitura e utilização dos textos + qualidade das propostas.


DICAS IMPORTANTES
Leia com atenção todas as instruções.
a) Você encontrará uma situação para fazer sua redação. Leia a situação proposta até o fim.
b) Dê um título para sua redação (observar se o comando pede o título ou se tem o tema-título). Esse título deverá deixar claro o aspecto da situação que você pretende abordar. Escreva o título no lugar apropriado na folha de prova.
c) Não se esqueça de que você deverá fazer um texto dissertativo-argumentativo.
d) Não copie trechos dos textos motivadores, ao fazer sua redação.
e) Se você não seguir as instruções da orientação geral, sua redação será penalizada.


ESPAÇO PARA ANOTAÇÕES E/OU PRODUÇÃO DE TEXTO

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