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segunda-feira, 5 de agosto de 2013

SAEPE - Exemplos de itens Ensino Médio



Língua Portuguesa – Questões de revisão para o SAEPE – 3º Ano – Prof.: Manoel


1 - Reconhecer a ideia central defendida pelo autor.

Presente sem preço

Quantas vezes você já ouviu que o dinheiro compra tudo menos a felicidade? Na hora de buscar presentes de fi m de ano, pense nisso e use a criatividade e a participação. Conversávamos sobre isso [...] e surgiram várias ideias interessantes. Por exemplo, bombons reembalados por uma criação sua e materiais comprados em papelaria ganharão enorme personalidade. Um simples óleo de massagem de menos de R$10,00 pode valer muito mais se vier com a massagem, que você oferece, assim como um livro para a criança deve vir acompanhado da respectiva leitura. Que tal comprar apenas um baralho, chamar os amigos e dar o conjunto (baralho + amigos) de presente para que quem o receba ganhe horas de diversão em boa companhia? Ou compre um DVD e acrescente no embrulho uma pipoca de micro-ondas, que vale a combinação de ver o filme  junto? Quando você participa, o presente, como diz a propaganda, não tem preço.
CHARLAB, Sérgio. Seleções Reader´s Digest, Dezembro 2009. p. 5. (P090177B1_SUP)

1. Nesse texto, qual é a ideia defendida pelo autor?
A) A criatividade e a participação devem fazer parte do presente.
B) A propaganda defende que presente tem que ser caro.
C) O dinheiro compra tudo menos a felicidade.
D) O livro deve vir acompanhado da respectiva leitura.

2 – Diferenciar partes principais das secundárias de um texto.

Saiba: Carboidratos funcionam melhor misturados

Carboidratos simples, como frutas e geleias, aumentam sua energia. Os complexos, como pães e cereais integrais, ajudam a mantê-la alta. Ovos: bombas de colesterol. Ovos são ótima fonte de proteína, mas seu consumo deve ser limitado a menos de 300 miligramas por dia – 200 miligramas se você tiver alguma doença cardíaca. Um ovo grande tem cerca de 215 miligramas. Sua omelete; um ovo inteiro mais duas ou três claras. A gordura não é de todo má. É verdade. Ela tem muita caloria, mas também o faz sentir-se saciado. Espalhe um pouco de gordura boa, como pasta de amendoim, na primeira torrada, e é menos provável que você coma a segunda. E, não, manteiga comum não é gordura boa.
Go Outside Equilíbrio Total. 2008, p.70. *Adaptado: Reforma Ortográfi ca. (P120217B1_SUP)

2. A ideia principal desse texto é:
                         A) a gordura contém muita caloria.
                         B) carboidratos devem ser misturados.
                         C) o consumo de manteiga é prejudicial.
                         D) ovos aumentam a taxa de colesterol.
                         E) pães e cereais aumentam a energia.

3 – Identificar efeitos de sentido decorrente do uso da pontuação e outras notações.

O príncipe dragão

Era uma vez um imperador que vivia conquistando países alheios. A cada conquista, ele obrigava o rei derrotado a lhe enviar um de seus fi lhos para servi-lo durante dez anos. Esse era o preço da paz. Um velho soberano resistiu por muito tempo aos exércitos do imperador, mas também acabou se rendendo. Só que tinha três filhas e nenhum varão. Como poderia assegurar a paz de seu povo? Vendo-o caminhar de um lado para o outro, as princesas lhe perguntaram a causa de tamanha aflição. O rei lhes contou tudo, concluindo com um suspiro: “Ah, se eu tivesse um filho homem!”. “Somos mulheres, mas não somos inúteis!”, elas protestaram. “Claro que não! Vocês sabem fi ar, tecer, costurar... Mas não sabem empunhar uma espada e enfrentar o inimigo no campo de batalha!”. “Pois vou lhe provar que está enganado!”, a filha mais velha declarou, ferida em seus brios. Depois de vestir uma reluzente armadura, foi até o estábulo e escolheu um fogoso cavalo de pelagem prateada e olhos faiscantes. Montou-o, decidida e partiu. O velho rei, que era mágico, transformou-se num grande lobo cinzento e se escondeu sob a ponte por onde sua filha ia passar. Quando a moça se aproximou, toda garbosa em seu belo cavalo, o lobo saltou para a ponte, arreganhando os dentes e soltando um uivo assustador. Foi o bastante para arrepiar carreira a todo o galope. Valendo-se de seus poderes mágicos, o rei num instante voltou ao palácio e esperou. Quando a filha chegou, ofegante e apavorada, abraçou-a com carinho e disse: “Obrigado pelo esforço, querida, mas mosca não produz mel”.
PHILIP, Neil. In: A volta ao mundo em 52 histórias. São Paulo: Companhia das Letrinhas, 1998, p. 94. Fragmento.

3. No trecho “Como poderia assegurar a paz de seu povo?”, o sinal de interrogação denota
                          A) desânimo.
                          B) medo.
                          C) raiva.
                          D) surpresa.

4 – Reconhecer as relações entre partes de um texto, identificando recursos coesivos que contribuem para sua  continuidade (substituição e repetições).

Resiliência

A arte de dar a volta por cima

“Aquilo que não me destrói me fortalece”, ensinava o filósofo Friedrich Wilhelm Nietzsche. Este poderia ser o mote dos resilientes, aquelas pessoas que, além de pacientes, são determinadas, ousadas, flexíveis diante dos embates da vida e, sobretudo, capazes de aceitar os próprios erros e aprender com eles. Sob a tirania implacável do relógio, nosso dia a dia exige grande desgaste de energia, muita competência e um número cada vez maior de habilidades. Sobreviver é tarefa difícil e complexa, sobretudo nos grandes centros urbanos, onde vivemos correndo de um lado para outro, sobressaltados e estressados. Vivemos como aqueles malabaristas de circo que, ofegantes, fazem girar vários pratos simultaneamente, correndo de lá para cá, impulsionando-os mais uma vez para que recuperem o movimento e não caiam ao chão. O capitalismo, por seu lado, modelo econômico dominante em nossa cultura, sem nenhuma cerimônia empurra o cidadão para o consumo desnecessário, quer ele queira ou não. A propaganda veiculada em todas as mídias é um verdadeiro “canto da sereia”; suas melodias repetem continuamente o refrão: “comprar, comprar, comprar”. Juntam-se a isso o trânsito caótico, a saraivada cotidiana de más notícias estampadas nas manchetes e as várias decepções que aparecem no dia a dia, e pronto: como consequência, ficamos frágeis, repetitivos, desesperançados e perdemos muita energia vital. Se de um lado a tecnologia parece estar a nosso favor, pois cada vez mais encurta distâncias e agiliza a informação, de outro ela acelerou o ritmo da vida e nos tornou reféns de seus inúmeros e reluzentes aparatos que se renovam continuamente. E assim ficamos brigando contra o... tempo!
                      KAWALL, Tereza. Revista Planeta, Fevereiro de 2010, Ano 38, Edição 449, p. 60-61. Fragmento.

4. No trecho “Juntam-se a isso...”, a palavra destacada refere-se
                          A) ao consumismo gerado pelo capitalismo.
                          B) ao trânsito caótico nas grandes cidades.
                          C) às notícias ruins veiculadas pela mídia.
                          D) às necessidades vitais das pessoas.
                          E) às várias decepções do dia a dia.

5 – Identificar marcas linguísticas que evidenciam o locutor e/ou o interlocutor.

O grande sábio e o imenso tolo

Por um acaso do destino, um velho e sábio professor e um jovem e estulto aluno se encontraram dividindo bancos gêmeos num ônibus interestadual. O estulto aluno, já conhecido do sábio professor exatamente por sua estultice, logo cansou o mestre com seu matraquear ininterrupto e sem sentido. O professor aguentou o quanto pôde a conversa insossa e descabida. Afi nal, cansado, arranjou, na sua cachola sábia, uma maneira de desativar o papo inútil do aluno. Sugeriu:
– Vamos fazer um jogo que sempre proponho nestas minhas viagens. Faz o tempo passar bem mais depressa. Você me faz uma pergunta qualquer. Se eu não souber responder, perco cem pratas. Depois eu lhe faço uma pergunta. Se você não souber responder, perde cem.
– Ah, mas isso é injusto! Não posso jogar esse jogo – disse o aluno, provando que não era tão tolo quanto aparentava –, eu vou perder muito dinheiro! O senhor sabe infinitamente mais do que eu. Só posso jogar com a seguinte combinação: quando eu acertar, ganho cem pratas. Quando o senhor acertar, ganha só vinte.
– Está bem – concordou o professor –, pode começar.
– Me diz, professor – perguntou o aluno –, o que é que tem cabeça de cavalo, seis patas de elefante e rabo de pau?
O professor, sem sequer pensar, respondeu:
– Não sei; nem posso saber! Isso não existe.
– O senhor não disse se devia existir ou não. O fato é que o senhor não sabe o que é – argumentou o aluno– e, portanto, me deve cem pratas.
– Tá bem, eu pago as cem pratas – concordou o professor pagando –, mas agora é minha vez. Me diz aí: o que é que tem cabeça de cavalo, seis patas de elefante e rabo de pau?
– Não sei – respondeu o aluno. E, sem maior discussão, pagou vinte pratas ao professor.
MORAL: A sabedoria, nos dias de hoje, está valendo 20% da esperteza.
FERNANDES, Millôr. 100 fábulas fabulosas. 5ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2009. p. 215-216. 

5. Nesse texto, o trecho que apresenta uso de linguagem coloquial é:
                         A) “O professor aguentou o quanto pôde...”.
                         B) “Faz o tempo passar bem mais depressa.”.
                         C) “Ah, mas isso é injusto!”. 
                         D) “Quando o senhor acertar, ganha só vinte.”.
                         E) “–Tá bem, eu pago as cem pratas.”.                                                                                                             
                         


                                          CONFIRA SUAS RESPOSTAS:   1. A     2. B     3.A     4. A     5. E       





                                                                                                                                         
                                                          

                                         


QU








                                                                                                        

                                                                                                                    
GABAR




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